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quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Pelos flancos. Que saudade!

Saudações coloradas!
Depois de um pouco mais de 1 mês, o Blog Catimba Colorada volta novamente.

Chegou 2014. Ano importante, ano de voltar a nossa casa, ano de eleição no clube e acima de tudo ano de renovação no elenco defasado que vinha se arrastando desde 2010.

Uma faxina foi feita. As saídas de Gabriel, Kleber, Bolatti, Ronaldo Alves, Airton, Forlán, Damião e Scocco (SEM ADRENALINA) deram um oxigênio novo ao vestiário, e também a folha de pagamento. As chegadas de jogadores operários no time, no estilo de W. Paulista e Ernando, e outros com mais status, tipo Dida e Aranguiz, podem ser a mescla que faltava para o clube engrenar em campo novamente, sem aquele ar de conformismo que pairava. 

Já se passaram 4 jogos, 3 com o time sub-23 e 1 com o time mesclado. A vontade de vencer da gurizada impressiona, porém a qualidade de alguns nos deixa animados. Especialmente os laterais.

Coisa linda ver um lateral direito sendo protagonista novamente depois de tanto tempo. Que beleza ver um lateral esquerdo fazendo uma correria e jogadas agudas de qualidade. Eu estava com saudades das jogadas pelos flancos. Aposto que você também.

Cláudio Winck e Rafinha, não nos deixem mal acostumados. Por favor!


sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Obinismo, Looping e Sedativos.

Nem eu me aguento, juro. Sou corneteiro, birrento e confrontador. Mas, não sou maluco. Fico sempre um tempo observando as coisas e, quem diria, os dirigentes do Inter. Eles estão cada vez mais azuis, chamando a derrota, falando que tá tudo bem (mesmo não estando). Eu chamo isso de 'Obinismo' não lembram do Obino? Vou lembrar: Em 2003 ele quase afundou o Grêmio pra segunda com um discurso parecido com o nosso e no ano seguinte não escapou. O grande problema da atual gestão do Inter é não reconhecer quando a 'vaca tá deitando'. Demoramos pra demitir Dunga, demoramos pra cair na realidade que lutaríamos pra não cair. Falávamos em primeira página, vinhamos com o assunto de que time grande não cai e chegamos na última rodada com chance matemática de cair, não foi dessa vez. Talvez na próxima, o desfecho pode ser outro.

Agora eu vou ao Looping e ao sedativo que nós tomamos sem querer: Quem aqui esquece de 2006? Ninguém. E quem disse que ele, por um 'De volta para o futuro' voltaria? Parte do torcedor e alguns dirigentes acham. Luigi é o esperto que se faz de bobo, fez um ano horrível, gastou mal o dinheiro, quase caiu. A torcida tá sedenta por resultado, doída e aflita pra ter um motivo pra acreditar que o ano que vem vai ser melhor. O que ele fez? Trouxe o fantasma da casamata, o múmia dos tempos modernos: Abel Braga. Essa atitude foi uma do tipo: "Deu gente, não me encham o saco. Trouxe quem vocês pediram, agora é com ele." E esqueceu de avisar a metade da torcida que não esquece de 2007, quando colocou Pato e Iarley no banco em uma partida encardida contra o Vélez. Os "analistas de futebol" também não esquecem da péssima campanha feita no Brasileiro desse ano, não esquecem da eliminação risível contra o Olímpia na Libertadores. Abel chega como a sensação de torpor que a metade satisfeita da torcida gostaria de se alojar pós-Mundial, mas já passou. Temos um estádio a inaugurar; um time (quase inteiro) pra contratar. A cobrança é grande desde o início e no próximo ano não podemos errar. A bola pune e o 'Fantasma da B' que passou raspando, ano que vem pode nos abraçar e jogar em um lugar que é bem chato.
PS: Não sou o dono da verdade, podem discordar de mim.

Por, Mairon Rodrigues (@Maiiron_)

Velho fato novo.

Uma empresa encontrava-se em franco crescimento. Setores ajustados e uma plena vontade de se tornar referência novamente em âmbito nacional, porém um caso estranho a fez não chegar ao topo do mercado brasileiro.

No ano seguinte, diretores anunciam a volta de um Gestor de Operações que já havia passado pela "firma", e que não havia provado nada de especial. Porém naquela época, nas primeira passagens, era uma época de crise financeira. O concorrente direto em pleno desenvolvimento atrapalhava as ações e o dito Gestor não conseguiu sucesso pleno. Já nesta nova etapa, estava praticamente tudo encaixado. Era só administrar para o sucesso.

O ano começa com uma baixa. Negócio regionais são perdidos e um início de crise se instala na empresa. Ao contrário de que muitos esperavam, a chama do Gestor e de seus empregados se agigantam para reverter a situação.

Vontade, gana de vencer e acima de tudo vontade de mostrar a capacidade de sua gestão, foram a cara de seu trabalho naquele ano. A empolgação para rebater as críticas e a de buscar novos êxitos eram o combustível que o moviam.


O resultado da sua VONTADE, EMPOLGAÇÃO e da busca para CONVENCER, foram dois êxitos inéditos alcançados pela empresa. Um no âmbito continental e outro no âmbito mundial.

Sua gestão duraria mais algum tempo. Por se equivocar em decisões sem nenhum nexo aparente, onde trocava empregados qualificados por outro nem tanto. Saiu por unanimidade. 

8 anos se passaram, e ele retorna novamente. A empresa se encontra em fase de franca decadência. Diferentemente da situação que o mesmo havia pegado na fase áurea do passado vencedor.

Os acionistas comemoram sua volta. Alguns diretores engolem seco.

Será que a VONTADE, EMPOLGAÇÃO e a busca para CONVENCER estão vindo junto novamente?

Será que a síndrome do "já provei que sou capaz" vem junto?

Até onde esse fato novo vai renovar o ambiente?

Veremos.